domingo, 29 de novembro de 2020

O discurso escrito em caso de tragédia e outras 5 curiosidades sobre a missão que levou o homem à Lua

 'Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade' / Foto: NASA

"Decidimos ir à Lua não porque é fácil, mas porque é difícil", disse o ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy (1917-1963) em setembro de 1962. A frase ficou na memória de várias gerações em relação ao evento histórico.

Mas a meta vinha acompanhada de um prazo: levar um homem à Lua e trazê-lo de volta à Terra até o fim da década.

Kennedy foi assassinado no ano seguinte e nunca chegou a saber se seu país ganhou a corrida espacial contra sua rival, a União Soviética, que já havia realizado dois feitos ao colocar em órbita o primeiro satélite, o Sputnik, em 1957, e ao mandar o primeiro homem ao espaço, Yuri Gagarin, em 12 de abril de 1961.

Em plena Guerra Fria, os Estados Unidos precisavam que seu primeiro passo nesse sentido fosse de uma magnitude igual aos de Moscou.
Pouco antes do prazo estabelecido por Kennedy expirar, a Nasa conseguiu: em 20 de julho de 1969, o astronauta Neil Armstrong (1930-2012) fez história ao se tornar o primeiro homem a pisar na Lua.

A frase que pronunciou ao colocar o pé esquerdo sobre a superfície do satélite natural da Terra se tornou uma das mais conhecidas na história: "Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".

Mas Armstrong não estava só. Na arriscada missão Apollo 11, estava acompanhado por Michael Collins e Edwin "Buzz" Aldrin.

Ainda que Collins não estivesse no módulo que aterrissou na Lua - só havia espaço para dois astronautas -, Aldrin, o piloto, estava ao lado de Armstrong e também desceu para admirar a paisagem. Mas o que ele disse ao pisar na Lua?

Esse é um dos detalhes não tão conhecidos da missão que completa 50 anos neste ano e que foi a realização de um sonho alimentado pelo homem desde o início dos tempos.

1. Envelopes assinados pelos astronautas

Apesar dos seguros terem sido criados para indenizar aqueles que se arriscavam a empreender viagens pelos mares do mundo, as empresas seguradoras resistiram a prestar seus serviços a outro tipo de viajante, o do espaço. Esta aventura lhes pareceu perigosa demais.

A Nasa deu aos astronautas um seguro de vida básico, mas Armstrong, Aldrin e Collins continuavam preocupados com o futuro de suas famílias caso ocorresse um desastre.

Eles assinaram então envelopes comemorativos da missão, adornados com imagens e selos sobre a Apollo 11. Assim, se morressem, suas famílias poderiam vendê-los a colecionadores.

2. Um discurso para o caso de desastre

Os astronautas não foram os únicos a se planejar para o pior. Se tudo falhasse, quem deveria comunicar isso ao mundo seria o presidente americano na época, Richard Nixon (1913-1994) - e não seria um bom momento para improvisar.

Felizmente, Nixon não teve de pronunciar o discurso preparado para se Aldrin e Armstrong ficassem presos na Lua / Foto: NASA

O responsável pelos discursos presidenciais, Bill Safire (1929-2009), preparou o texto que ninguém queria escutar, lamentando a morte de Armstrong e Aldrin caso eles ficassem presos na Lua. Safire havia falado com a Nasa e sabia que havia uma boa chance de que isso ocorresse.

O texto "Em caso de desastre lunar" usa palavras edificantes para elogiar a valentia o sacrifício e o espírito explorador dos astronautas.

O texto intitulado 'Em caso de desastre lunar' homenageia os astronautas Edwin Aldrin e Neil Armstrong

"O destino quis que os homens que foram à Lua para explorar em paz fiquem na Lua para descansar em paz.

Esses bravos homens, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de sua recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.

Esses dois homens estão dedicando suas vidas ao objetivo mais nobre da humanidade: a busca da verdade e da compreensão.

Eles serão lamentados por suas famílias e amigos; eles serão lamentados pela nação; eles serão lamentados pelas pessoas do mundo; eles serão lamentados por uma Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.

Em sua exploração, eles levaram as pessoas do mundo a se sentirem como uma só; em seu sacrifício, eles fortaleceram os laços da irmandade humana.

Nos dias antigos, os homens olhavam para as estrelas e viam seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, fazemos o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.

Outros os seguirão e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e permanecerão em nossos corações.

Todo ser humano que olhar para a Lua nas noites por vir saberá que há algum canto de outro mundo que é para sempre da humanidade."

3. Uma bomba nuclear a bordo

O foguete Saturn 5 levou a Apollo 11 ao espaço. Era tão poderoso que equivalia a pilotar uma bomba nuclear.

Pesava mais de 2,8 milhões de quilos. Com 111 metros de altura, superava em 18 metros a Estátua da Liberdade. Funcionava em três etapas, e cada uma se separava da nave depois de realizar seu trabalho.

O foguete Saturn 5 pesava mais de 2,8 milhões de quilos e tinha 111 metros de altura / Foto: NASA

O foguete gerava 34,5 milhões de newtons de empuxo no lançamento. Um newton é a força necessária para proporcionar uma aceleração de 1 m/s² a um objeto de 1 kg de massa.

Devido ao calor que produzia, exigiu uma zona de exclusão de 5 km ao redor da plataforma de lançamento. A distância era tal que os espectadores só escutaram seus motores funcionando 15 segundos depois - para eles, era como se a Apollo 11 tivesse decolado em silêncio.

4. Um foguete criado por um cientista que foi ligado ao nazismo

O diretor do Centro Marshall de voos espaciais, a sede original da Nasa, era o professor Wernher Von Braun (1912-1977), um ex-cientista nazista e o cérebro por trás do Saturn 5.

O foguete se baseava em uma tecnologia que Von Braun havia desenvolvido para o programa de foguetes V-2 de Adolf Hitler (1889-1945) durante a Segunda Guerra Mundial.

Wernher Von Braun, um ex-cientista nazista, foi o cérebro por trás do foguete que levou a Apollo 11 ao espaço / Foto: NASA

Mais tarde, já como cidadão americano, Von Braun se tornou dos físicos e engenheiros do Terceiro Reich que trabalharam para a Nasa.

Ele era conhecido por sua cuidadosa abordagem científica, mas, no entanto, alguns críticos diziam que era cauteloso demais e o culpavam pelo fato de os soviéticos terem levado um homem ao espaço primeiro.

5. Fogo na Lua

Quem melhor para cobrir a maior notícia da década - ou, dependendo do ponto de vista, do século - que não um dos mais famosos escritores americanos, Norman Mailer (1923-2007)?

A Lua era uma voz que não falava, uma história cuja extensão, totalmente revelada, era, no entanto, incapaz de dar respostas', escreveu Mailer / Foto: GETTY IMAGES 

Não só era um grande nome do jornalismo literário, mas também havia estudado engenharia aeroespacial na Universidade Harvard.

A revista o contratou e o enviou a Houston e a Cabo Canaveral para que testemunhasse o voo da Apollo 11 e escrevesse sobre o acontecimento inédito.

Mailer chegou com a expectativa de se ver em meio a um ambiente de emoção e magia. No entanto, enquanto perambulava pelo Centro de Naves Espaciais Tripuladas, a Nasa lhe pareceu um lugar estéril e pouco inspirador.

As instalações na Nasa pareceram pouco inspiradoras para o escritor americano / Foto: NASA

Em escritórios sem janelas, as pessoas comiam olhando para telas de computador. Pareciam estar apaixonadas pelas máquinas, aos olhos de Mailer, que imaginou um futuro em que tudo seria feito digitalmente, até mesmo se relacionar romanticamente com outra pessoa. Mesmo assim, foi tomado pela emoção do acontecimento.

"Todo o mundo de preparou para presenciar o grande final da semana mais importante desde o nascimento de Jesus Cristo (...)

Através da eletricidade estática dos alto-falantes, chegavam frases soltas.

'A águia está ótima, está tudo bem', chegou aos ouvidos, junto com dados sobre a altitude.

'Tudo pronto para o desembarque, fim!'

'Tudo bem, tudo pronto para o desembarque, 900 metros'.

Assim (...), eles se prepararam para entrar pelo funil de um evento histórico cuja importância poderia igualar a da morte (...)

É também assim a experiência de estar prestes a nascer? Você aguardava um em uma sala moderna, entre estranhos, enquanto números eram anunciados?: 'Alma número 77-48-16, pronto, vá para a área CX, será concebida em 16,04 horas' (...)

-'Houston, aqui a base Tranquilidade. A águia pousou.

Era a voz de Armstrong, a voz serena do maior garoto da cidade, aquele que te puxa para fora do mar quando você está se afogando e foge antes que você possa oferecer uma recompensa.

(...)

A Lua falava de buracos, torturas, cicatrizes, queimaduras e fusões de magma fervente.

Massacrada, desmembrada, esquartejada, torcida, espancada, uma terra de desertos na forma de círculos de 80 e até 130 quilômetros de diâmetro, uma terra de anéis montanhosos, alguns mais altos do que o Himalaia, uma terra de recessos ocos e crateras sem fim, crateras dentro de crateras, que, por sua vez, residiam dentro de outras crateras ...".

Essas são algumas das 115 mil palavras registradas no livro De um Fogo na Lua, publicado em três edições da revista Life, entre 1969 e 1970, e mais tarde publicado como livro.

6. A segunda pisada

Em 21 de julho, às 05h56 do horario de Brasília, Armstrong se tornou o primeiro homem a caminhar sobre a Lua.

Enquanto o astronauta pronunciava as palavras cuidadosamente escolhidas pela Nasa que fizeram história, Aldrin o filmava a partir do módulo lunar. Após 19 minutos, ele se juntou a Armstrong na superfície do satélite.

 'Bela vista', disse Aldrin ao caminhar sobre a Lua / Foto: NASA

Fechou a porta da cabine com cuidado e contemplou a paisagem cinza e branca. Estavam a 380 mil km de distância da Terra, que se parecia com uma bola de gude. "Bela vista", disse Aldrin. Logo Armstrong concordou e acrescentou: "Magnífica desolação".

Mas o que disse o terceiro homem a pisar na Lua?

"Uhuuuu! Cara, esse pode ter sido um pequeno passo para Neil, mas foi um grande passo para mim", falou Charles Conrad Jr. (1930-1999), comandante da missão Apollo 12, em 20 de novembro de 1969.


Fonte: BBC







































 



domingo, 2 de agosto de 2020

A noite em que a Polícia de Sorocaba perseguiu um óvni

Aparição de luzes misteriosas no céu de Sorocaba completou 40 anos

A luz “estranha” no céu de Sorocaba. Crédito da foto: Pedro Evaldo Moraes / Reprodução / Arquivo JCS (9/1/1979)

A aparição de um objeto voador não identificado na região da Vila Hortência, em Sorocaba, completa quatro décadas. O chamado “caso Mariquinha”, na época, ganhou relevância pois cerca de 20 policiais distribuídos em oito viaturas perseguiram durante toda a madrugada de 8 de janeiro de 1979 as luzes coloridas em movimento no céu da cidade.

O caso foi denominado Mariquinha pois era no morro homônimo, situado no bairro Barcelona, que os curiosos buscavam enxergar com mais facilidade o objeto voador não identificado. O ponto era um dos mais altos da região e ficava próximo da primeira aparição.

Naquela noite de 8 de janeiro de 1979, a primeira viatura notificada para atender o chamado de um objeto voador não identificado tinha as presenças dos policiais José Pandolfo e Sérgio Costa. A ligação partiu do então estudante Sérgio Pregnolatto, que viu uma luz passando por cima dele e rapidamente acionou a Polícia.

Cerca de mil pessoas foram ao morro da Mariquinha para observar o objeto luminoso. Crédito da foto: Arquivo JCS (11/1/1979)

Os detalhes da perseguição foram publicados na edição de 9 de janeiro de 1979 do jornal Cruzeiro do Sul. À reportagem, Pandolfo e Costa descreveram o que viram no céu de Sorocaba: “Era um objeto redondo em cima e com a base achatada, emitia luzes vermelhas na parte de cima e uma luz que não era nem verde nem azul na parte de baixo. Era alguma coisa muito bonita de se ver, mas que deu um medo muito grande na gente, isso deu. Nós estamos acostumados a enfrentar gente como nós, mas coisas estranhas não.”

Crédito: Peron (12/1/1979)

Durante a perseguição, os policiais também tentaram manter contato com o objeto não identificado. Segundo eles, houve resposta por parte do provável disco voador. “Com o holofote de nossa viatura, nós mandamos sinais de luz, e parece que o objeto respondeu. Suas luzes não se apagaram totalmente, mas dava para perceber que ela diminuíam a intensidade. Quando a gente acendia e apagava o holofote, as luzes do objeto de tornavam foscas e depois aumentavam de intensidade. Quando nós acendemos a luz vermelha da sirene, parece que eles responderam claramente”, disse Costa, logo após a perseguição ao Cruzeiro do Sul.

A perseguição iniciada às 3h15 da madrugada na Vila Hortência teria terminado três horas depois. De acordo com as declarações dos policiais, o dia já estava claro, as estrelas já haviam desaparecido, mas a luz do objetivo ainda podia ser vista.

Pessoas passavam a noite no morro da Mariquinha para tentar enxergar o objeto luminoso. Crédito da foto: Arquivo JCS (10/1/1979)

Blackout

Em 9 de janeiro de 1979, um dia depois da primeira aparição, o objeto voador não identificado foi novamente visto no céu de Sorocaba. Desta vez, ele foi precedido por uma explosão luminosa nas proximidades da represa de Itupararanga e por duas quedas de energia que deixaram a cidade às escuras.

Arquivo JCS (13/1/1979)

Caso clássico

O integrante do Grupo de Estudos de Pesquisas Ufológicas de Sorocaba, Marco Aurélio Leal, 33 anos, acredita que o “caso da Mariquinha” é o mais clássico de Sorocaba envolvendo objetos voadores não identificados. Segundo ele, em um dia houve a maior vigília já registrada no Brasil para se observar um possível disco-voador. “Cerca de 6 mil pessoas passaram a noite no local”, comenta.









domingo, 19 de julho de 2020

Caso Fortunato Zanfretta



A história de seqüestro de Fortunato Zanfretta se tornou uma das lendas urbanas mais famosas da Itália nas últimas décadas. Zanfretta provavelmente deu mais detalhes sobre seu sequestro de alienígena do que qualquer outra pessoa na história; seus relatos detalhados podem fazer com que até o mais veemente cético pare para pensar. Até hoje, o caso Zanfretta continua sendo um dos 'arquivos x' mais curiosos e fascinantes do mundo.

Segundo seus próprios relatos (originalmente feitos sob hipnose), Zanfretta foi sequestrado por alienígenas chamados Dragos, do planeta Teetonia, e sofreu repetidos sequestros pelo mesmo grupo por um período de vários anos (1978-1981). Por mais assustador ou assustador que possa parecer este caso, parece que podemos pintar uma imagem mais otimista das intenções desses visitantes quando consideramos as palavras de Zanfretta durante uma seção de hipnose:

“Eu sei que você está tentando vir com mais frequência. . . não, você não pode vir à Terra, as pessoas ficam assustadas se olham para você. Você não pode fazer amizade. Por favor vá."

Pouco depois da meia-noite de 6 de dezembro de 1978, Zanfretta estava de serviço em Torriglia, uma vila perto de Gênova. Era uma noite escura e sem lua. Também estava muito frio e a neve caíra durante o dia, de modo que havia uma perigosa película de gelo nas estradas. Quando Zanfretta se aproximou da casa de campo desabitada de um cliente (chamada "Nossa Casa" pelo proprietário, Dr. Ettore Righi), na área de Marzano, seu carro de patrulha, um Fiat 126, parou misteriosamente. O motor do carro, as luzes e o rádio falharam aparentemente sem motivo. No mesmo momento, ele viu quatro luzes estranhas se movendo no jardim da casa e saiu do carro para investigar com a arma e a lanterna na mão. A princípio, ele pensou que ladrões estavam atrás da casa. Então ele atravessou o portão aberto e rastejou por uma parede na tentativa de surpreendê-los. Mas Zanfretta havia subestimado o problema e acabou surpreendendo-se com o que levara como ladrão. Sentindo-se tocado por trás, o segurança virou-se e viu algo que o encheu de terror: a poucos centímetros de distância estava o que ele chamava: "Uma enorme criatura verde, feia e assustadora, com pele ondulada, com pelos e ao menos três metros de altura".

Quando ele apontou a lanterna para o rosto do ser, ficou tão assustado que a deixou cair, mas rapidamente voltou a subir e fugiu. Enquanto corria, ele percebeu uma luz grande e muito brilhante atrás dele. Virando-se, ele viu uma forma triangular enorme e plana que ofuscava seu brilho. Zanfretta se protegeu da luz com o braço. Aquilo que ele garantiu ser um disco voador ascendeu dos fundos da casa. Era maior que a própria casa e produziu um som de assobio. Mais tarde, Zanfretta disse que sentiu um calor intenso. Ele voltou para o carro e tentou ligar para o centro de operações da empresa de segurança em Gênova. Eram 00:15. Carlo Toccalino, o operador de rádio, testemunhou que Zanfretta estava falando de uma maneira excitada e desconectada. Ele continuou dizendo: "Meu Deus, eles são feios!".

A resposta foi: "Não, eles não são homens, não são homens". Nesse momento, a comunicação foi interrompida por Zanfretta surpreendido por aliens, e Toccalino chamou o chefe do serviço de segurança, tenente Giovanni Cassiba. Uma hora depois, alguns outros guardas de patrulha, Walter Lauria e Raimondo Mascia, encontraram Zanfretta em frente a casa de campo, caídos no chão. Eram 01h15. Quando os viu, ele pulou, com arma e lanterna prontas. Com os olhos esbugalhados, Zanfretta não pareceu reconhecê-los nem entender quando eles disseram para ele baixar a arma. Os outros patrulheiros correram e o desarmaram. Para sua surpresa, suas roupas estavam quentes, embora o ar da noite de dezembro estivesse bastante frio. Eles também notaram que o portão estava fechado como de costume. Os Carabinieri, a polícia militar italiana, iniciaram uma investigação sobre o que aconteceu naquela noite e uma das primeiras coisas que descobriram foi a impressão clara de que algum objeto grande e pesado havia deixado no chão nos fundos da casa de campo. Havia dois deles na grama coberta de gelo, 9 pés de diâmetro e com a forma de ferraduras. Antonio Nucchi, comandante da estação de Torriglia, afirmou que confiava no testemunho de Zanfretta.

De fato, ele conhece o segurança há muitos anos e quando lhe perguntei o que ele pensava dele, ele respondeu: "Posso afirmar com certeza que ele é um homem de pensamento claro, sem fantasias estranhas na cabeça". Quando foi investigar a cena no dia seguinte, ele quase não queria ir, estava com tanto medo. Apenas algo excepcional poderia ter assustado tanto ele. " Durante a investigação, Nucchi descobriu que 52 moradores de Torriglia, nas proximidades, viram um brilho intenso na direção da casa de campo ao mesmo tempo em que Zanfretta relatou vê-la subindo. Quando a estranha história de Zanfretta foi publicada nos jornais locais, os artigos foram todos tingidos com curiosidade e ceticismo divertidos. A maioria dos jornalistas não queria examinar o incidente com muita atenção porque envolvia um OVNI.

Mas ninguém foi capaz de dar explicações para três fenômenos fundamentais:

1) pânico e confusão inexplicáveis ​​de Zanfretta;
2) as duas impressões circulares de 9 pés na grama atrás da casa de campo;
3) o avistamento pelas 52 pessoas em Torriglia.

A opinião predominante sobre Zanfretta logo após o incidente foi: "Como ele diz que viu um disco voador e um monstruoso ser extraterrestre, ele deve estar louco". Muitas pessoas pensaram que os Carabinieri estavam perdendo seu tempo. Quanto a mim, perguntei: é possível que um segurança, pai de dois filhos e reputação de honestidade, possa ter inventado uma história como essa e, assim, conscientemente se arriscar a ser demitido de seu emprego? E também é possível que tenha sido apenas uma sorte que 52 pessoas tenham sido capazes de fornecer uma confirmação indireta de sua história? Minha resposta foi "não" às duas perguntas e foi por isso que decidi investigar mais a história de Zanfretta. Zanfretta sob exame de estrangeiros Gianfranco Tutti, diretor do Instituto de Vigilância Val Bisagno, a empresa de segurança em que Zanfretta trabalhava estava preocupada com a possível publicidade negativa. Mas ele acredita que o guarda era um homem honesto.

Quando conheci Zanfretta, tive a impressão de que ele era tímido e se sentia desconfortável. "As pessoas me telefonam o tempo todo apenas para brincar comigo", disse ele, "não sei o que vi, mas vi. Não sou mentiroso". Em outra tentativa de descobrir os fatos reais daquela noite, de acordo com o Instituto Val Bisagno, Zanfretta concordou em ser hipnotizada pelo Dr. Mauro Moretti, psicoterapeuta e membro da Associação Italiana de Hipnose Médica, em Gênova, em 23 de dezembro. presente naquela ocasião e observou que o que ele tinha a dizer era realmente surpreendente. De fato, Zanfretta disse que ele foi sequestrado por "monstros com cerca de 3 metros de altura, com pele verde peluda, olhos triangulares amarelos e veias vermelhas na testa", que o levaram a um local quente e luminoso onde o interrogaram e o examinaram.

Os alienígenas não falavam italiano para o guarda, mas usavam um "dispositivo luminoso" para traduzir o que estavam dizendo. O que Zanfretta estava afirmando sob hipnose era inacreditável demais, então eu preferia não escrever nada naquele momento. Mas então algo mais aconteceu. Três noites depois, em 26 de dezembro, o guarda desapareceu novamente. Às 23h45 da noite, Zanfretta estava trabalhando como de costume, dirigindo um Fiat 127 dentro do túnel de Bargagli, perto da Passagem Scoffera. De repente, ele perdeu o controle do carro. No rádio, ele relatou que o Fiat girou por conta própria e saiu do túnel. Aterrorizado, Zanfretta tentou acionar os freios e o volante, mas o carro continuou sozinho ao longo da estrada íngreme. Falando com o operador de rádio, o guarda disse que estava tendo dificuldades com o carro-patrulha e não conseguiu.

Depois de percorrer uma milha, o carro finalmente parou brutalmente, jogando a cabeça de Zanfretta no volante. Ele ligou para o operador de rádio e desta vez, com uma voz muito controlada, disse: "O carro parou. Vi uma luz forte. Agora estou saindo." Zanfretta e seu carro foram encontrados às 13h10 por outros guardas. O primeiro a ver Zanfretta foi o sargento Emanuele Travenzoli. Zanfretta estava em um campo perto da estrada. Suas roupas estavam quentes e secas, assim como sua cabeça, apesar da chuva. O homem estava com muito medo, tremia e chorava. "Dizem que devo sair com eles. E os meus filhos? Não quero, não quero ...". Mais uma vez, os Carabinieri foram chamados. Durante a investigação, eles descobriram que, embora o carro estivesse no frio e na chuva há muito tempo, o teto do Fiat estava tão quente como se tivesse passado um dia inteiro ao sol. Também se dizia que o interior do carro estava tão quente quanto um forno. Ao redor do carro havia pegadas desproporcionalmente grandes.


Conforme medido pelos Carabinieri, as pistas provaram ter 20 polegadas de comprimento por 8 polegadas de largura, com um espaço vazio distinto entre a sola e o calcanhar. Além disso, os Carabinieri descobriram que a arma de Zanfretta, um Smith & Wesson 38 Special, havia sido disparada cinco vezes. Mas a prova. Rolando Marchesan, durante o tratamento hipnótico com Pentotal no guarda Zanfretta, não se lembrava de quem havia disparado a arma. Todos esses dados foram anexados ao "Relatório de Avistamento de Objetos Voadores Não Identificados por Fortunato Zanfretta", enviado pelo comandante Nucchi em 3 de janeiro de 1979 ao tribunal de magistrados de Gênova, em um inquérito sobre as medidas a serem tomadas. O relatório terminou na mesa de Luciano Di Noto, advogado substituto da República Italiana, que o repassou ao magistrado de investigação Gian Rodolfo Sciaccaluga. Finalmente, Nucchi ' O relatório foi entregue ao magistrado Russo que, um ano depois, em 11 de janeiro de 1980, ele certificou que poderia ser preenchido com esta declaração: "Nenhum crime cometido". Além disso, o Comando Carabinieri havia informado o Departamento do Interior italiano e outros comandos militares do incidente por dois telex enviados respectivamente em 8 e 28 de dezembro de 1978.

Os Carabinieri definiram o grau de confiabilidade que os eventos realmente ocorreram como "bom". É preciso ressaltar também que, em dezembro de 1978, havia tantos avistamentos de OVNI em toda a Itália que Falco Accame, na época um membro socialista do Parlamento italiano, perguntou ao primeiro-ministro da Itália, Giulio Andreotti, e ao ministro da Defesa, Attilio Ruffini, informar o Congresso italiano sobre sua opinião sobre a natureza desses recentes avistamentos de OVNIs na Itália. Voltando a Zanfretta, esse segundo "encontro" despertou muita publicidade. Mais uma vez, na tentativa de entender os fatos, uma segunda regressão hipnótica foi organizada com o Dr. Moretti. Mas desta vez a regressão foi gravada e transmitida por uma estação de TV local, TVS, e centenas de milhares de pessoas assistiram. E desta vez, é claro, Eu tive que escrever um artigo. Em alguns dias, Zanfretta se tornou uma personalidade popular. Mas muitas pessoas que não acreditavam em histórias de OVNIs estavam dizendo que sua saúde mental provavelmente não era muito boa. Zanfretta teve problemas até no trabalho.

"Se eu pudesse, não teria relatado minhas experiências, agora que vejo as consequências", afirmou. Na tentativa de encerrar outras discussões perturbadoras sobre os incidentes, o Instituto Val Bisagno pediu ao Dr. Giorgio Gianniotti, um proeminente neurologista do Hospital San Martino, em Gênova, que examine Zanfretta. "O homem está em estado de choque", diagnosticou o Dr. Gianniotti, "mas ele é perfeitamente sadio". O diagnóstico do Dr. Gianniotti fez a guarda parecer muito mais credível aos olhos da opinião pública. Mas a história de Zanfretta estava atingindo o público fora de Gênova. Enzo Tortora, naqueles anos uma personalidade muito popular na TV italiana, convidou o guarda em seu programa nacional de TV "Portobello". Zanfretta também foi examinado em câmera pelo Dr. Cesare Musatti, um famoso psicanalista chamado ".

Por alguns meses nada de estranho aconteceu com Zanfretta. Fiquei pensando que a história dele deveria ter uma explicação lógica. Que razão, se o OVNI era real, tinha para seqüestrar aquele homem duas vezes? Que tipo de papel a arma de Zanfretta com cartuchos explodidos de Zanfretta desempenhou? Eu não tive nenhuma resposta. E eu ainda estava me questionando assim, quando Zanfretta foi sequestrada pela terceira vez. Foi na noite de 30 de julho de 1979. O guarda estava de serviço, dessa vez de motocicleta, na área residencial de Quarto, em Gênova, e não nas colinas próximas a Torriglia. Mas ele desapareceu novamente como antes e alguns outros guardas o encontraram depois de duas horas no topo do Monte Fasce, também perto de Gênova. Há apenas uma estrada até a colina e foi patrulhada por seguranças que trabalhavam na mesma empresa que Zanfretta. Eles disseram que Zanfretta não havia sido visto naquela pequena estrada. Mas lá estava ele no topo da colina. Como ele chegou lá em cima? A única maneira de descobrir mais era através da hipnose. Mas desta vez Zanfretta foi levado ao Centro Internacional de Hipnose Médica e Psicológica em Milão, onde, a seu pedido, foi injetado com soro da verdade pelo Prof. Marco Marchesan. Zanfretta confirmou tudo o que disse antes e explicou que da última vez "ele foi levantado do chão para a nave alienígena por uma misteriosa luz verde". O professor Marchesan declarou: "Nenhum ser humano pode mentir conscientemente enquanto está em tratamento com o Pentotal, então acho que é muito provável que Zanfretta tenha tido esses encontros". Mas a aventura de Zanfretta ainda não era um fim. Talvez o mais emocionante de seus estranhos encontros tenha ocorrido alguns meses depois. Às 22h30 do domingo, 2 de dezembro de 1979, Zanfretta desapareceu pela quarta vez enquanto dirigia um Austin Mini nos subúrbios de Gênova. Enquanto procuravam por ele, quatro guardas de patrulha claramente viram um OVNI muito grande no céu. Foi sobre as colinas acima de Gênova.

De repente, de uma grande nuvem acima dos guardas, duas luzes se acenderam e apareceram diretamente nos quatro homens. Os motores de seus carros pararam de funcionar e eles saíram de seus veículos, aterrorizados. Apenas um deles, o tenente Cassiba, reagiu e disparou sua arma contra o OVNI. As luzes se apagaram e a nuvem se afastou. Um desses guardas ficou tão chocado que ele nunca recuperou completamente sua estabilidade mental. Alguns meses depois, ele se matou com uma bala na cabeça. Seu nome era Germano Zanardi, então o caso Zanfretta também tem uma vítima. Em mais uma regressão hipnótica, feita na segunda-feira, 3 de dezembro, induzida pelo Dr. Moretti, Zanfretta disse muitas coisas interessantes. Essa conta começa por volta das 21:30. O guarda estava em um posto de gasolina de autoatendimento em uma rodovia perto do centro de Gênova. Zanfretta ouviu alguém chamando-o de uma sombra e ele caminhou em direção à voz. Ele disse que estava impotente para resistir a essa voz. E quando o dono daquela voz ordenou que ele dirigisse para uma pequena nuvem, ele obedeceu. Então, e esta é a parte mais incrível, ele foi Carabinieri, a polícia militar italiana, investigar um local de avistamentos de OVNIs, levado na nuvem para uma grande nave espacial.


Zanfretta descreveu o homem que lhe deu as ordens como um pouco mais alto que ele, com uma cabeça careca em forma de ovo e vestido com um terno xadrez que incluía algo feito de aço no lugar de uma camisa. Andando por aí com alienígenas gigantes naquela enorme embarcação, o guarda disse que viu cilindros transparentes cheios de um líquido azul estranho. Um continha um corpo em forma de sapo que os alienígenas chamavam de "um inimigo nosso de outro planeta". Em mais dois foram preservados um grande pássaro e outro corpo humano que Zanfretta descreveu como um homem das cavernas. Como você pode ver, tudo isso parece muito imaginário. Mas algo mais ocorreu durante a regressão hipnótica que foi bastante surpreendente. A certa altura, Zanfretta pronunciou estas palavras: " Onde você esteve? E o que você quer fazer na Espanha? Por quê? Mas todos juntos? Isso vai assustar as pessoas! ". No dia seguinte, na manhã de terça-feira, 4 de dezembro, o serviço internacional da agência de imprensa italiana ANSA publicou uma notícia sobre um dentista espanhol, Dr. Alfredo Sanchez Cuesta, que, na noite de sábado, apenas estava dirigindo em Guadalaiara, a cerca de 15 quilômetros de Madri, quando viu um OVNI muito brilhante que seguiu seu carro por cerca de uma hora.O UFO estava a quinze metros acima do carro e o Dr. Cuesta, aterrorizado e cego pelo OVNI, perdeu o controle de seu carro e saiu da estrada. estava dirigindo em Guadalaiara, a cerca de 15 quilômetros de Madri, quando viu um OVNI muito brilhante que seguiu seu carro por cerca de uma hora. O OVNI estava a quinze metros acima do carro e o Dr. Cuesta, aterrorizado e cego pelo OVNI, perdeu o controle do carro e saiu da estrada. estava dirigindo em Guadalaiara, a cerca de 15 quilômetros de Madri, quando viu um OVNI muito brilhante que seguiu seu carro por cerca de uma hora. O OVNI estava a quinze metros acima do carro e o Dr. Cuesta, aterrorizado e cego pelo OVNI, perdeu o controle do carro e saiu da estrada.

Isso foi uma coincidência? E por que, se a história de Zanfretta narrada sob hipnose é imaginária, o guarda mencionou a Espanha? E a coincidência nas datas? Zanfretta disse que foi sequestrado por alienígenas no domingo à noite e deu sua conta sob hipnose na segunda-feira à noite. A aventura do Dr. Cuesta ocorreu na noite de sábado. Antes de terça-feira, ninguém na Itália sabia sobre o Dr. Cuesta, e foi apenas na quarta-feira que o público italiano foi finalmente informado. Vou deixar você fazer o que quiser com esses fatos. O tempo passou e deixou muitas outras perguntas sem respostas. Primeiro de tudo, por que todos esses sequestros? Qual o motivo de todas essas discussões entre a guarda e os alienígenas? Talvez uma explicação possa ser encontrada em um objeto que os seres misteriosos queriam dar ao homem. Era uma esfera transparente com uma pirâmide dentro. Algo como faíscas saltaram dos vértices da pirâmide em direção ao interior. Com essa esfera, disseram os alienígenas, era possível entender quem eles eram e como vivem. Sob hipnose, Zanfretta disse que não queria pegar o objeto: ele já teve o suficiente de todos esses encontros estranhos e desejou apenas voltar à sua vida normal.

Mas eles insistiram e disseram que ele deveria dar a esfera a um homem cujo nome ele nunca ouvira antes: Dr. J. Allen Hynek não me pergunte que tipo de relação havia entre os alienígenas de Zanfretta e o Dr. Hynek, porque eu realmente não sei. Zanfretta com outros guardas de segurança em um local de observação de OVNIs. De qualquer forma, talvez você tenha surpreendido que ainda não tenhamos terminado! Zanfretta desapareceu novamente em 14 de fevereiro de 1980. Mas desta vez seu carro estava em constante contato via rádio com a sede e ele foi encontrado em um curto período de tempo nas colinas. Naquela noite fria, participei da operação de resgate. Quando ele foi encontrado por seus colegas, o guarda estava congelando e em estado de choque. Um morador que morava perto disse que alguns minutos antes da chegada dos socorristas, ele viu uma enorme massa brilhante no céu em forma de balão de futebol. Durante a próxima sessão de hipnose, o médico Moretti enfrentou um novo problema. Zanfretta, de repente, começou a falar uma língua estranha e desconhecida. Ele pronunciava palavras como estas: "Ei chi snaua ... si naila ... isne ghe ... il se lai ... vá para ti ti snau exi ghe ... sci nis che ixi kai snoue ... chisnauag the ... aiex piscinau kep na ... tei sdei ... ". Moretti não conseguiu controlar a regressão hipnótica. Zanfretta continuou por conta própria e ele disse que estava entrando em contato com os alienígenas.

Sua voz mudou e de uma maneira muito gutural, ele disse: "Você não pode resolver nada em um caso como esse. Acreditar ou não acreditar não significa nada: cada coisa em seu próprio tempo". O último desaparecimento de Zanfretta foi em 13 de agosto de 1980. Mas desta vez, Zanfretta estava sob observação atenta 24 horas por dia e foi contatado antes de fazer contato com os alienígenas. A última regressão hipnótica foi esclarecedora. O guarda estava absolutamente fora de controle e não respondeu nenhuma pergunta. "O que está acontecendo aqui é cientificamente inexplicável para mim", disse o Dr. Moretti. Sob interrogatório, Zanfretta continuou dizendo: "Pergunta com resposta negativa, tixel", e foi inútil. Quinze anos se passaram desde o último encontro de Zanfretta com os alienígenas.

Ele não tem mais a localização do avistamento de OVNIs e muito poucos OVNIs são vistos agora no céu italiano. Zanfretta, que lembra apenas algumas coisas de suas experiências extraordinárias, diz que em algum lugar nas colinas perto de Gênova ele está escondendo a esfera que lhe foi dada pelos alienígenas.


GRANGER TAYLOR, O HOMEM QUE TERIA EMBARCADO EM UMA NAVE ALIENÍGENA E NUNCA MAIS FOI VISTO

Há 40 anos, Taylor deixou um bilhete de despedida para os pais afirmando que iria “explorar o vasto universo” e jamais retornou para casa

Granger Taylor - Wikimedia Commons


“Queridos mãe e pai, sairei a bordo de uma nave alienígena, que é o meu sonho, para uma viagem interestelar de 42 meses para explorar o vasto universo, e depois retornarei. Estou deixando para trás todas as minhas posses, já que não usarei mais nenhuma. Usem as instruções do meu testamento como guia de ajuda. Com amor, Granger”. Este foi o bilhete deixado por Granger Taylor antes de desaparecer, no dia 29 de novembro de 1980. A pergunta que permanece, mesmo 40 anos depois, é: onde está ele?

Bilhete de Granger / Crédito: Wikimedia Commons


Naquele dia, na cidade de Duncan, Canadá, uma forte tempestade devastou casas e desabrigou centenas de pessoas, foi quando Granger, então com 32 anos, saiu com sua picape e nunca mais retornou. A mãe e o padrasto morreram esperando o retorno dele. A história intriga as autoridades até hoje.

Desde criança, Taylor se mostrava um rapaz inteligente e curioso, mesmo não tendo concluído os estudos, ele era um mecânico autodidata, tendo restaurado automóveis que nem os mais experientes profissionais tinham conseguido. Seu amigo, Bob Nielson, o descreveu como um “gênio excêntrico”.

OVNI de Granger Taylor / Crédito: Wikimedia Commons


Começando pelo fascínio por carros, logo o homem se interessou por aeronaves — chegou a reconstruir um avião da Segunda Guerra — e, mais tarde por discos voadores. Para Granger, seu objetivo era entender como uma nave alienígena funcionava. Ele até mesmo construiu, no quintal de sua casa, seu próprio OVNI.


A viagem interestelar

Cada vez mais obcecado pelo tema, Taylor passava horas dentro de seu disco voador, estudando sobre extraterrestres e os mistérios do universo. Até que um dia, durante uma conversa com amigos, ele revelou um segrego que estava guardando por um tempo. Granger contou que teria feito contato com um ser de outro planeta, que vivia além da Via Láctea.

Os amigos não o levaram a sério, pensando que se tratava apenas de uma brincadeira. Entretanto, Taylor tocou no assunto outras vezes. Bob Nielson, um dos colegas, disse que em uma das visitas, o ET teria convidado seu amigo para uma “viagem pelo sistema solar”. Granger se mostrou animado com a ideia, mas falou que não sabia de detalhes, pois tudo seria uma surpresa.

Granger e seu cachorro / Crédito: Wikimedia Commons


Uma noite antes de sua partida, Granger Taylor passou horas conversando com seu padrasto, Jim. Até que, em certo momento, saiu de casa. Ele foi visto pela última vez por uma garçonete, comendo no restaurante Bob’s Grill.

Na manhã de 30 de novembro, o bilhete de despedida foi encontrado colado na porta de Jim. Nota-se que em nenhum momento a palavra morte foi usada, o tom da carta era de uma partida temporária.

Teorias da conspiração

A polícia local foi acionada, e uma ampla busca teve início. A única coisa encontrada foi o casaco de Taylor, que estava dentro da casinha de seu cachorro. A falta de pistas intrigou as autoridades, era como se o homem tivesse sumido da Terra.

Anos se passaram e a família Taylor ainda mantinha a esperança. Seis anos depois, em 1986, a picape de Granger foi encontrada no Monte Prevost, próximo ao local onde moravam. Com vestígios de uma explosão causada por dinamites, a autópsia apenas revelou restos de uma blusa, reconhecida por Gracie — mãe do desaparecido. Nenhum corpo jamais foi encontrado.

Picape de Granger Taylor / Crédito: Wikimedia Commons


O mistério continuava mais vivo que nunca, hipóteses do que poderia ter acontecido com Taylor surgiam em grande quantidade. A primeira teoria a ser levantada era de suicídio, mas então, onde estaria o cadáver?

Teses absurdas como a de que o governo americano teria sequestrado Granger para fazê-lo trabalhar na enigmática Área 51, ou que ele teria fugido para a Colômbia, também foram rapidamente descartadas.

Por fim sobrou a teoria que, apesar de ser a mais bizarra, acabou convencendo muita gente. E se Taylor tivesse, realmente, entrado em uma nave alienígena para explorar o universo? Mais uma vez, existem mais perguntas do que respostas. Se ele tivesse, de fato, feito uma viagem interestelar, o que aconteceu para que ele nunca mais voltasse? 40 anos depois, a história está longe de ser solucionada.




sábado, 27 de junho de 2020

Einstein e Oppenheimer teriam dissertado sobre alienígenas em documento secreto?




Em junho de 1947, Albert Einstein e J. Robert Oppenheimer, teriam juntos escrito um documento de seis páginas intitulado:

Relationships with Inhabitants of Celestial Bodies 
(Relacionamentos com Habitantes de Corpos Celestiais). 

O documento diz que a presença de espaçonaves não identificadas já seria aceita como verdadeira pelos militares.  Este documento também trata de assuntos, como por exemplo, de onde ‘eles’ vêm, o que a lei dita a respeito disso, o que deveríamos fazer caso haja a colonização ou integração com os povos, e o porquê deles estarem aqui.

É valido ressaltar que não há fatos que comprovem que o documento tenha sido escrito por ambos os cientistas, porém a autoria, de alguma forma, foi atribuída aos mesmos, minha intenção ao compartilhar tal informação não é comprovar que Einstein e Oppenheimer escreveram tal dissertação, mas apenas compartilhar a informação com vocês que acompanham o blog.

Dito isso, vamos ao artigo.


Finalmente, o documento fala sobre a presença de ‘astroplanos’ celestiais em nossa atmosfera, como resultado das ações dos experimentos militares em armamentos militares de cisão e fusão.

Se realmente Einstein e Oppenheimer o escreveram, esse material poderia significar a consideração de nossa situação e segurança futuras em potencial, devido às nossas ações. Como poderíamos evitar esse perigoso destino?

Veja abaixo um trecho do documento original traduzido:

"O relacionamento com homens extraterrestres basicamente não apresenta um novo problema do ponto de vista da lei internacional; mas a possibilidade de confrontar seres inteligentes que não pertencem à raça humana traria problemas, cujas soluções são difíceis de conceber. Em princípio, não há dificuldade alguma em aceitar a possibilidade de chegar a um entendimento com eles, e de estabelecer todos os tipos de relações. Se estes seres inteligente possuíssem uma cultura e uma organização política mais ou menos perfeitas, eles teriam um direito absoluto de serem reconhecidos como povos independentes e soberanos.

Uma outra possibilidade pode existir de que uma espécie de Homo sapiens poderia ter se estabelecida como uma nação independente em outro corpo celestial de nosso sistema solar, e evoluída culturalmente de forma independente à nossa. As condições de vida nesses corpos celestes, digamos na Lua, ou no planeta Marte, teria que ser de tal forma a permitir uma vida estável e de certo modo, independente do nosso ponto de vista econômico.

Muito tem sido especulado sobre as possibilidades da existência de vida fora da nossa atmosfera e além, sempre hipoteticamente.   Vamos presumir que a esteatita lunar possa existir e contenha até 13 por cento de água.  Através do uso de energia e maquinário levados para a Lua, talvez por uma estação espacial,  ela poderia ser quebrada, pulverizada e então levada a eliminar a água da cristalização.  Esta poderia ser coletada e então decomposta em hidrogênio e oxigênio, através do uso de uma corrente elétrica, ou de um tipo de onda de radiação do Sol.  O oxigênio poderia ser usado para respiração; o hidrogênio poderia ser usado como combustível.

Agora, chegamos à um problema da determinação do que fazer se os habitantes de corpos celestiais, ou entidades biológica extraterrestres (EBEs) desejassem se estabelecer aqui.

1. Se eles forem politicamente organizados e possuírem uma certa cultura similar à nossa, eles poderiam ser reconhecidos como um povo independente.

2. Se eles considerassem nossa cultura como não possuidora de uma unidade política, eles teriam o direito de nos colonizar.  É claro, esta colonização não poderia ser conduzida de forma clássica.  Uma forma superior de colonização teria que ser concebida, a qual deveria ser um tipo de tutela, possivelmente através de uma aprovação subentendida das Nações Unidas.  Mas legalmente teriam as Nações Unidas o direto de permitir tal tutela sobre nós desta forma?

Não podemos excluir a possibilidade de que uma raça de povos extraterrestres mais avançada tecnologicamente e economicamente pode tomar para si mesma o direito de ocupar outro corpo celestial.

– A DIVISÃO DE UM CORPO CELESTIAL EM ZONAS E SUA DISTRIBUIÇÃO ENTRE OUTROS ESTADOS CELESTIAIS –

Uma entidade moral? A solução mais plausível parece ser esta: submeter um acordo fornecendo a absorção pacífica de uma raça celestial, de tal forma que nossa cultura permaneceria intacta, com garantias de que a presença deles não fosse revelada.

Isso meramente seria um caso de internacionalização dos povos celestiais, e a criação de uma instrumento de tratado internacional.

 A presença de ‘astroplanos’ celestiais em nossa atmosfera é um resultado direto de nossos testes com armamentos atômicos? A presença de naves espaciais não identificadas em nossa atmosfera (e possivelmente em órbita de nosso planeta) é agora, porém, aceita pelas nossas forças militares.

Os estrategistas militares preveem o uso de naves espaciais com ogivas nucleares como a última palavra em armamento.  O ataque não mais vem de direções exclusivas, nem de um determinado país, mas do céu, com a impossibilidade prática de identificação do agressor. Quando satélites artificiais e mísseis encontrarem seu lugar no espaço, devemos considerar a ameaça potencial que uma nave espacial não identificada possa apresentar.  Devemos considerar o fato de que a identificação errada dessas naves espaciais por um míssil intercontinental em voo de reentrada pode levar acidentalmente à uma guerra nuclear."

O documento completo em inglês, embora não tenha sido assinado pelos dois ilustres cientistas, pode ser examinado aqui em PDF.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Caso Crespo

Interessante caso de pouso de disco voador, com vestígios físicos, ocorrido em Crespo, Entre Rios, Argentina, em 22 de janeiro de 2003.




Introdução

Na noite de 22 de janeiro de 2003, ocorreu um interessante caso ufológico na região de Crespo, Entre Rios, na Argentina. Por volta das 22 horas, a família Spurrenberger preparava-se para dormir quando foram alertados por latidos dos cães de sua propriedade. Ao olhar pela janela descobriram o motivo de tanta inquietação. A leste da propriedade havia um estranho objeto, com um tamanho estimado de 100 metros, pairando no ar. Ao redor do aparelho havia algo como que janelas brilhantes.

Pouco depois, outro objeto luminoso é observado, desta vez a oeste. Esta luz, descrita como densa e cintilante, aproximava-se da casa da família. Ao chegar a aproximadamente 50 metros da residência seguiu em direção à garagem da propriedade. As testemunhas, assustadas, permaneceram na casa, aguardando o desenrolar dos acontecimentos. Dez minutos depois a estranha luz cintilante simplesmente se apagou. Ao checar a outra janela perceberam que o outro objeto também havia sumido. Após isso tudo, todos resolveram ir dormir. Pela manhã, tudo parecia normal. Mais tarde ele resolveu ir ao campo verificar o local onde a estranha luz estivera.

Para seu espanto no local havia uma estranha marca poligonal, com quatorze lados, em formato regular, com 12 metros de diâmetro, tendo 2,7 metros de cada lado.

Com a divulgação do caso, surgiram várias opiniões sobre o episódio. Para o pastor protestante da comunidade de Crespo, o caso teria origem satânica e portanto deveria ser esquecido. Para céticos e detratores seria uma farsa devido à presença de carbonato de cálcio no campo, que segundo estes, teria sido depositado ali por alguém.

Mas quem teria ido até ali, numa zona rural, correndo o risco de ser atacado por cães ou mesmo levar um tiro do proprietário do imóvel, somente para depositar cálcio para simular um caso ufológico? Fato ignorado por estes críticos é o posicionamento das testemunhas, que não estiveram nada contentes com a fama decorrente do episódio e com a constante visita de curiosos ao local.

Testemunha do caso


Concepção artística do avistamento


Local onde o objeto maior foi observado


Representação da marca encontrada


Marca encontrada em Crespo na manhã do dia 23 de janeiro de 2003


Detalhe da marca encontrada em Crespo na manhã do dia 23 de janeiro de 2003




Wasp-76b: o exótico e inóspito mega planeta onde 'chove ferro'

A noite seria quente, mas fria o suficiente para uma chuva de gotas de ferro ESO/M.KORNMESSER


Astrônomos observaram um planeta distante onde provavelmente "chove ferro".

Parece um filme de ficção científica, mas é a natureza de um dos mundos mais extremos que estamos descobrindo agora.

Wasp-76b, como é conhecido, orbita tão perto de sua estrela, que suas temperaturas durante o dia excedem 2.400°C — calor suficiente para vaporizar metais.

A período da noite do planeta, por sua vez, é 1.000°C mais frio, permitindo que esses metais condensem e caiam como chuva.

É um ambiente bizarro, de acordo com David Ehrenreich, da Universidade de Gênova.

"Imagina que em vez de um chuvisco de gotas de água, você tem gotas de ferro caindo", ele diz à BBC News.

O pesquisador suíço e colegas acabam de publicar seus achados sobre esse lugar estranho no periódico Nature.

A equipe descreve como usou o novo instrumento Espresso, um espetrógrafo concebido para procurar planetas do tipo terrestre em torno de estrelas do tipo solar. O equipamento foi usado no Observatório Europeu do Sul, no Chile, do Telescópio Europeu Extremamente Grande, para pesquisar a composição química do Wasp-76b em detalhe.


O Espresso é um novo espectrógrafo ligado ao Telescópio Europeu Extremamente Grande
ESO/S.BRUNIER



O planeta, que está a 640 anos-luz de nós, ele está tão próximo de sua estrela que demora só 43 horas para completar uma translação que é o movimento que faz em torno de sua estrela.

Outro dos aspectos mais importantes do planeta é que ele sempre apresenta a mesma face para a estrela — um comportamento que cientistas descreverm como rotação sincronizada. A Lua da Terra faz exatamente a mesma coisa; nós sempre vemos apenas um lado dela.

Isso significa, que o lado do Wasp-76b que está permanentemente iluminado por sua estrela está sendo "assado" pelo calor intenso.

De fato, esse hemisfério deve ser tão quente que todas as nuvens são dispersadas, e todas as moléculas na atmosfera são quebradas em átomos individuais.

A grande diferença de temperatura que isso produz entre as porções iluminadas e escuras do planeta provoca ventanias fortíssimas de até 18 mil km/h, segundo a equipe de Ehrenreich.

Usando o espetrógrafo Espresso, os cientistas detectaram um padrão de ocorrência muito intensa de vaporização de ferro na fronteira entre o dia (porção iluminada) e noite (parte escura) no Wasp-76b. Mas quando o grupo observou a transição para a manhã, os sinais da presença de ferro haviam desaparecido.

"O que entendemos é que o ferro está condensando na parte da noite. Embora ainda esteja quente, 1.400°C, é suficientemente frio para o ferro condensar como nuvens, como chuva, possivelmente gotas. Elas então caem em camadas mais profundas da atmosfera que ainda não conseguimos acessar com nosso instrumento", explica Ehrenreich.


Frederik Peeters é conhecido por seu trabalho de ficção científica
FREDERIK PEETERS


O Wasp-76b é um planeta monstro que é duas vezes maior que Júpiter. Seu nome incomum vem do Wasp, sistema de telescópios do Reino Unido que detectou o objeto quatro anos atrás.

Um dos cientistas na equipe de descoberta, Don Pollacco da Universidade Warwick, disse que era difícil visualizar mundos tão exóticos.

"Essa coisa orbita tão perto de sua estrela que está essencialmente dançando em sua atmosfera exterior e sendo submetida a todos os tipos de pressões físicas que, para ser bem honesto, nós realmente não entendemos", disse à BBC News.

"Ou vai acabar se chocando com a estrela ou o campo de radiação da estrela vai explodir a atmosfera do planeta e deixar só um núcleo quente e pedregoso."

Ehrenreich é um fã de histórias em quadrinhos e pediu para que o ilustrador suíço Frederik Peeters produzisse uma interpretação do Wasp-76b.


"Frequentemente, com essas descobertas, vemos composições 3D detalhadas, em que vemos como é difícil para as pessoas diferenciarem se é uma foto real ou só uma imagem gerada por computador. Ao deixar a imagem um pouco divertida, não estamos enganando ninguém", ele diz.


Wasp-76b é um "Júpiter quente", um gigante de gás como nosso planeta Júpiter, mas que orbita em um local próximo à sua estrela
ESO/L.CALÇADA


Fonte: BBC





quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

CONHEÇA A MISTERIOSA ZONA DO SILÊNCIO LOCALIZADA NO MÉXICO



O mundo é um lugar cheio de segredos, não é mesmo? Você provavelmente já ouviu falar sobre a Zona do Silêncio no México. Esse é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e destaca-se por muitas coisas. A área é conhecida por abrigar animais e plantas extremamente bizarros e diferentes de tudo que já vimos. Podemos encontrar por lá, por exemplo, o cacto roxo. Além dele, há uma boa quantidade de animais diferentes do que costumamos ver diariamente, seja pessoalmente ou nas mídias.

A área recebeu o nome que tem hoje por causa de um fenômeno estranho que acontece constantemente. No local, os sinais de transmissão de rádio simplesmente desaparecem, isso quando eles conseguem chegar na zona. A chamada "Zona Del Silencio" está a cerca de 400 quilômetros de El Paso, Texas. Ainda assim interfere às vezes nos sinais de TV e rádio da cidade e das demais na proximidade. Cientistas estudam esse fenômeno, pois dentro da zona, as ondas simplesmente não conseguem viajar através do ar. Sejam elas ondas curtas, microondas ou sinais de satélite. Absolutamente nada consegue cruzar a região.


No entanto, uma coisa surpreendente aconteceu no ano de 1970. Um míssil americano foi lançado da Base de Mísseis de White Sands, Novo México e acabou se chocando contra a região, saindo totalmente do seu curso. Assim sendo, uma equipe de investigadores da Força Aérea dos Estados Unidos, com autorização do governo mexicano, foi até o local do acidente e descobriu algo inesperado. Havia altos níveis de magnetite na região. Esse era um dos principais culpados pelas várias anomalias que aconteciam ali.


O lugar é um ponto quente para a queda de meteoritos, pois consiste em propriedades magnéticas incomuns associadas com os minerais do solo. Pesquisadores de vários cantos do mundo tentam descobrir se o fato se dá por conta de minérios magnéticos naturais ou contaminações milenares de meteoritos. Há teóricos da conspiração que afirmam o seguinte: a Zona de Silêncio se localiza geograficamente ao norte do Trópico de Câncer. Assim, compartilha a mesma latitude do sul do paralelo 30, que é o local das Pirâmides do Egito, cidades sagradas do Tibete, Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Dragão.


Por esses motivos, o lugar é considerado por eles um ponto para atividades paranormais. Fazendeiros que vivem próximos à zona afirmam que viram luzes estranhas pairando pelo local. Essas luzes ainda permanecem sem explicações lógicas, mas podem tratar-se de um fenômeno atmosféricos da região causado pelas anomalias presentes.